Poemas, sim, mas de fogo devorador. Redondos como punhos diante do perigo. Barcos decididos na tempestade. Cruéis. Mas de uma crueldade pura: a do nascimento, a do sono, a da morte.
Poemas, sim, mas rebeldes. Inteiros como se de água, e, como ela, abertos à geometria de todos os corpos. Inteiros apesar do barro e da ternura do seu perfil de astros.
Poemas, sim, mas de sangue. Que esses poemas brotem do oculto. Que libertem o seu pus na praça pública. Altos, vibrantes como um sismo, um exorcismo ou a morte de um filho.
Tive 3 comentários das amigas aquela foto, mas devo dizer que vocês as 3 e que são umas giras! Ja viste as fotos q te mandei p o e-mail? São do teu sobrinho, vai la ver!
Amiga louraça gira,parabéns!!!Àlouca, como te chamam os outros, tem 1 dia louco, diverte-te muito!Não te esqueças de vir em Agosto.Combina com a Suza Tuza.Beijooooos
Como andas? Long time no read/hear/see you! Que (ou a que) poemas/romances/bandas desenhadas/locais/filmes/pessoas andas a ler/visitar/ver/dar o prazer da tua companhia, ultimamente?
Obrigado por te teres lembrado. Os pequenos gestos também contam. Aqui te retribuo os votos de um feliz Natal (e todos os outros dias também, já agora).
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